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Mercado dos Lavradores

Rebuliço de cores, cheiros e sabores

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F. Francisco Correia
Quem olha de fora vê um edifício marcado pela arquitetura própria do Estado Novo, num estilo que oscila entre a Art Déco, da década de 1930, e o Modernismo. Mas uma vez lá dentro, as cores, os sons, os cheiros e os sabores remetem-nos para outro tempo. Algo sem nome. Pleno de rebuliço, alegria e vida. O encantamento é imediato. Basta ver fotos das bancas com a fruta empilhada para desejarmos conhecer o Mercado dos Lavradores, que se situa mesmo no centro histórico do Funchal. Inaugurado a 25 de novembro de 1940, com uma área coberta de 9600 m2, o projeto de Edmundo Tavares tinha como objetivo ser o grande polo abastecedor dos 25 mil habitantes daquela época. Hoje, faz maioritariamente as delícias dos muitos turistas que todos os dias chegam à ilha, atraídos pelas frutas exóticas, pela carne e peixe frescos, pelas especiarias, pelo artesanato e pelas floristas vestidas a rigor com o traje tradicional e folclórico madeirense. Todo o cenário é irresistível. 

Hoje, faz maioritariamente as delícias dos muitos turistas, atraídos pelas frutas exóticas, pela carne e peixe frescos, pelas especiarias, pelo artesanato

O espaço interior está organizado por pequenas praças, largos, ruas e escadinhas. No piso inferior encontram-se à venda peixe e carne, enquanto no primeiro piso estão as frutas tropicais, os vegetais, as especiarias e o artesanato. Tudo a preceito, chamativo. Qual galeria de arte. Com a vantagem de que aqui se pode provar, antes de comprar, os melhores e mais típicos frutos da região. Há maracujá-banana, banana-prata, banana-maçã, tabaibo, anona, goiaba, fruto delicioso, fisális, maracujá, pitaia, tomate inglês (tamarilho), figo, papaia, uvas, pêro da ponta do pargo, nêsperas, araçal, entre outros. 
A decorar a peixaria e a entrada principal, nas imediações da Rua do Dr. Fernão de Ornelas, a mais movimentada da capital madeirense, estão vários painéis de azulejos da Faiança Batisttini de Maria de Portugal, pintados com temas regionais por João Rodrigues e produzidos na Fábrica de Loiça de Sacavém. Vale a pena visitar.
F. José Mendes
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