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Poemas de Amor, de Pablo Neruda

Tradução de Nuno Júdice

Villas&Golfe Pub.

Começou a escrever aos 10 de idade. Quando tinha apenas 12 anos, conheceu Gabriela Mistral, uma famosa poetisa chilena, que lhe deu a conhecer os escritores clássicos que iriam influenciar a sua carreira e as suas decisões políticas. Falamos, claro, de Neftalí Ricardo Reyes Basoalto, um nome que pouco ou nada dirá a quem o lê. É, no entanto, o nome de batismo do pseudónimo Pablo Neruda, este, sim, um nome grande, enorme da literatura chilena e mundial. Nasceu a 12 de julho de 1904 em Parral, no Chile, e morreu a 23 de setembro de 1973, em Santiago. Em 1923 escreveu o primeiro livro, Crepusculario, e aos 20 anos tornou-se o poeta chileno mais conhecido. Teve uma vida intensa, cheia de amores e desamores, marcada pelas suas ideologias políticas e, sobretudo, pela sua imensa obra literária. A poesia de Neruda, traduzida em quase todas as línguas, representa uma constante mudança, relacionada com as experiências da sua vida. Um dos mais enigmáticos trabalhos é Residencia en la tierra, em que rompeu com a forma tradicional e criou uma técnica poética personalizada embora plena de realismo, que se tornou conhecida como nerudismo. Pablo Neruda foi Prémio Nacional de Literatura, Prémio Lenine da Paz (1953) e Prémio Nobel da Literatura (1971).
Com tradução do poeta português Nuno Júdice, é lançado agora, pela Dom Quixote, Poemas de Amor, um livro que reúne os grandes poemas de amor de Pablo Neruda, cuja escrita influenciou fortemente muitos poetas sul-americanos. À semelhança das suas outras obras, este é um livro por onde perpassa todo um universo de magia e paixão, que sempre caracterizaram a escrita do autor de Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada. Poemas de Amor de Pablo Neruda estará nas livrarias a 29 de outubro. 

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