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Pedro Pinto

PCA da Lionesa

Pedro Pinto nasceu em Aguiar da Beira. Porque teve sempre vocação e preocupação em acrescentar valor ao que já existe, antecipando futuros, cedo trocou a carreira jurídica pela de gestão, intervindo nos setores que adquiriram maior dinamismo económico e protagonizando, assim, investimentos nas áreas da hotelaria, restauração, imobiliário, turismo, edição, livros e joalharia. Ainda que a Livraria Lello, no Porto, seja um projeto apaixonante, também o é o Centro Empresarial Lionesa. De resto, paixão é um condimento que emprega em tudo o que faz.
Pedro Pinto
«A Lionesa não é um pronto-a-vestir, mas um alfaiate que faz fatos à medida». O que faz de diferente este ‘alfaiate’?
A Lionesa é uma missão que concilia emoção e razão. A emoção que sinto em ter prazer em erguer algo diferente; e a razão com que o mercado ratifica que faz sentido algo assim tão diferente. A Lionesa é efetivamente um fato que se cola ao corpo de quem o veste. A Lionesa é, pois, ela mesma customizada. 

Qual foi o gatilho para o projeto Lionesa 2025?
O Mundo de 2017 nada tem que ver com o mundo de 1944, ano em que a Lionesa se fez fábrica. Nem sequer com o mundo de 2002, quando acreditei que umas ruínas deveriam ser um alforge da mais intensa, competitiva e flexível vida empresarial. A Lionesa é a prova de que também nos negócios pode haver magia, a de transformar a realidade em algo com mais valor depois de nela metermos as mãos. Porque queremos tentar, fazer, falhar e conseguir e, assim, caminhar. 

Em que é que consiste?
A Lionesa não é um mero continente de locatários, apesar de ser o mais extenso centro empresarial da nova indústria 4.0 em todo o país. A Lionesa passou a ser o lar de cada vez mais pessoas sedentas de futuro, sem medo de arriscar e de viver mais e melhor. E a Lionesa dá-lhes isto. Dá-lhes esse mais e esse melhor. 
«A Lionesa passou a ser o lar de cada vez mais pessoas sedentas de futuro, sem medo de arriscar e de viver mais e melhor»
O grupo anunciou um investimento de 10 milhões de euros na recuperação do Mosteiro de Leça do Balio. Com que objetivo?
Mesmo ao lado da Lionesa, há um Mosteiro de há muito que estava há demasiado tempo fechado. Com a brilhante intervenção de Siza Vieira, afirma-se agora como o pólo dinamizador de uma novíssima oferta cultural contemporânea. Sendo um dos pontos de início, de passagem e de apoio do Caminho de Santiago, vai agora ser um renovado ponto de partida dos Caminhantes. Surge um claro convite que prolonga o nosso foco de sempre: acrescentar valor ao valor que já lá estava e que, com indisfarçável orgulho e ainda mais prazer, apenas ajudamos a revelar. 

Que novos projetos tem o Grupo Lionesa para o futuro?
Por ser customizada, a Lionesa abre-se agora ao futuro próximo, em que se constrói uma Lionesa ainda mais capaz, dotada de novas áreas de escritórios, novas zonas de parqueamento e renovadas estruturas de acessibilidade. Construímos também uma Lionesa cada vez mais verde. Este futuro passa também pelo património e pela cultura. O futuro próximo da Lionesa é já hoje. Mais do que o ponto de chegada ao sucesso, o sucesso do caminho até lá. Mais do que o destino, a viagem. Sempre. 
T. Maria Amélia Pires
F. Direitos Reservados