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Rui Massena

«Isto ainda não terminou. O melhor ainda está para vir»

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Durante muito tempo foi-se construindo como um dos melhores maestros e diretores de orquestra. Mas hoje, Rui Massena é mais. Muito mais. Em todos os sentidos. E um deles é ser também compositor e pianista. O músico português, cuja popularidade internacional tem crescido sólida e exponencialmente, já é ouvido por meio milhão de pessoas em cerca de 90 países. Um feito e um orgulho. Para o próprio e para o país. Mas é Rui Massena quem o admite: ainda há muito para se escrever. E a História há de tocar as músicas das suas conquistas. E nós? E o mundo? Aplaudiremos de pé.

Se lhe fosse possível eleger, quais seriam os dois momentos que mais marcaram o país e o mundo nestes últimos anos?
Em Portugal e no mundo, a pandemia de COVID-19 é certamente o momento mais relevante da nossa vida em sociedade pelo número de vidas que se perdeu e pela forma como modificou a linguagem social. Em segundo lugar, está o 11 de setembro e o terrorismo, bem como a abertura das redes sociais, por toda a disrupção que trouxe, quer no entendimento do mundo, quer pela alteração dos nossos comportamentos. 

Profissionalmente, qual foi o momento mais decisivo para si nestas duas décadas?
O mais relevante de todos foi o dia 6 de junho de 2014. O dia em que lancei publicamente a minha primeira composição que deu origem a uma nova etapa na minha vida, quando juntei aos clássicos que fui conhecendo a minha própria voz. Agora sou um intérprete, que adora a história da música, e um compositor com uma voz ouvida em mais de 90 países. Sinto-me mais completo. Mas isto ainda não terminou. O melhor ainda está para vir.  

Qual seria, no seu entender, a mudança mais urgente que o país e o Mundo precisariam operar nos próximos anos?
É difícil responder de uma forma absoluta quando estamos numa época com tantos desafios. Mas vou juntá-los à luz da sustentabilidade da vida na Terra com o objetivo da descarbonização total, para uma vida sustentável com a natureza, em que a regulação ética da Inteligência Artificial, a transição digital regulada e o bom senso aconteçam para melhorar a vida em sociedade, alicerçada em bons valores. 
T. Filomena Abreu
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